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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Apetece-me tanto:
-namorar
-praia
-piquenique

:)
Acho que ficaria ideal no meu quarto.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Hoje foi um dia de emoções. 


De manhã tive de me impor um pouco e colocar juízo na cabeça de uma pessoa que amo por demais. Quero que ela se cuide mais, que tome conta da sua saúde e que seja feliz, deixando de lado aquelas ideias parvas. Fiquei contente com o facto de algumas promessas serem cumpridas, apesar de ter falhado outras tantas. Enfim. 
De tarde avancei mais um baby step em direcção ao meu futuro e, embora com algumas pintelhices pelo meio, fui feliz ali. Sinto que estou cada vez mais perto da realidade que cada vez se torna mais concreta. Tenho medo daquilo que aí vem, mas o medo torna-me mais forte e com vontade de querer que este sentimento desapareça. O medo faz-me ficar alerta, motivada e desejosa que tudo se torne real, se bem que também tenho receio de não estar à altura. O truque é não perder muito tempo a pensar sobre o assunto.
À pouco recebi uma notícia que também afecta os episódios posteriores. 
Vamos lá ver.
 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Estou sem ideias

terça-feira, 11 de setembro de 2012

"Alguns homens preferem mulheres boazinhas e meigas. Afinal, as fortes e más eles não conseguem enganar"
O meu amor! O meu amor é um doce! Faz coisinhas boas para me ver e fazer feliz. Estou feliz, porque voltou a conseguir surpreender! Surpreende-me a cada segundo que passa, mas o mais fantástico é que é só por optimas razões. Amo-o com todas as minhas forças e ele mostra-me sempre que este sentimento é recíproco. Não preciso de prendas caras, preciso dele todos os dias a acarinhar-me e a amar-me daquele jeitinho que me faz continuar apaixonada por ele.
Bem a coisa é mais ou menos assim. A menina quer um anel, quer muito, muito. Dá a dica ao menino de qual quer. Toda a gente sabe da existência do dito. Certo dia o menino num acto de nobreza e valentia compra o abençoado e oferece, com toda a pompa e circunstância, à frente da família da fulana. Esta interpreta o papel de menina-surpreendida e esboça o ar mais eloquente que consegue. À frente de um público muito selecto e restrito, a menina expressa todo o sentimento que nutre de forma romântica, apelidando o seu jumento, perdão o seu menino, de forma extravamentemente carinho. Porém, não existe bela sem senão, nos bastidores insulta-o com todo o amor deste mundo. Ai, ai o amor é... enfim neste caso não sei como classificar. Adiante, depois deste epílogo bem detalhado, eis que a princesa acha por bem partilhar a sua recente aquisição com o mundo num gesto de bondade para que aprecia saber da sua vida, que é como quem diz, sou-mesmo-boa-consegui-que-o-jumento-do-meu-amor-me-oferecesse-esta-linda-jóia-mesmo-que-tenha-sido-eu-quase-a-obrigá-lo-com-uma-arma-branca. Neste périplo de aventuras e desventuras, a princesa, não sei por alma de quem mas desconfio, decide por alta recriação oferecer uma coisa semelhante ao seu pombo. Será que foram borboletas que lhe "assopraram" ao ouvido e lhe disseram "é fechôn ter alianças iguais". Esta dúvida permanece no ar, o certo é que ela agora está empenhada em comprar um adorno dedal para o seu dito-cujo igualissímo ao dela. 

A minha versão romântica desta história verídica:
Antes de mais é preciso um grande amor que una, incondicionalmente, um casal. O par romântico deverá ser colocado à prova para tomarem consciência do quão é importante é aquele sentimento. Devem unir-se sempre, serem fiéis, partilharem tudo o que houver para partilhar, serem sinceros, cúmplices e carinhosos um com o outro, lutarem juntos para concretizarem os sonhos e alimentarem, todos os dia, aquele amor que os une. Depois de solidificar a relação é que, caso ambos queiram, eu repito "ambos", se pode pensar em encontrar um objecto que simbolize tudo aquilo que sentem. Então o casal deve escolher em conjunto aquilo que pretendem, comprarem juntos e pronto! É um momento de partilha a dois. Fim.