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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Logo de manhã a trabalhar, ninguém merece. A sorte é que é só malta porreira e trabalhadora.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012


Uns óculos não ajudam a ver melhor uma realidade que não se quer enxergar. Acho que quando o fim da estrada chega, não podemos ficar à espera que as coisas mudem. Temos de ser crescidos e maduros o suficiente para assumir o fim das coisas, empacotar e arrumar as memórias e deixar ir. Seguir um novo rumo, um novo destino. As memórias são boas mas não dão vida, não alimentam o dia-a-dia, apenas nos deixam um sorriso na cara quando nos lembramos delas, nada mais. Não vale a pena colocar pensos rápidos em coisas que já estão arrumadas à muito tempo. Não dá mais. Não dá.
O ser humano tem de ser audaz e soltar as amarradas do passado e construir o seu futuro, no trilho do presente.
Nota prévia: eu sei que não me ajeito muito bem.
Mas há por aí muita alminha que é um degredo pegado. Acho mesmo que não foram feitas para andar de saltos. Eu sei que também não domino a ciência mas à quem abuse. Aquilo assemelham-se a quem levou com força e ficou com um andar "à larga". Jesus Cristo, livra-me.
Os dias sem ouvir a tua voz já não são dias
Não o que se passa, as tonturas não me largam.

domingo, 15 de janeiro de 2012


Esta semana foi dose, um turbilhão de tudo e mais alguma coisa, muita lágrima, muito choro, muita desesperança e uma plataforma inconstante debaixo dos meus pés.
Desejo sinceramente que tudo se altere. Vou tentar fazer por isso.
Meu caros leitores,
hoje abri a janela e senti uma lufada de ar fresco que, por incrivel que pareça, apaziguo tudo o que me rodeava. É bom quando assim é. É bom saber que, apesar de tudo, há pessoas fantásticas que nos dão força para continuar mais um bocadinho. Pessoas essas que estão sempre sempre comigo, apesar das vidas serem complicadas. É fácil dizer coisas bonitas, mas o dificil é estar presente mesmo longe, é saber o momento certo para nos ligarem, é saber perceber os sinais, é saber dar mimo e conforto quando necessário. Isto sim são verdadeiro companheiros, amigos, amores, família. Os actos, gestos, pequenas atenções valem muito muito mais do que pequenas palavras, conversas afáveis. O que conta é o gesto, a atitude, o suporte, a segurança, o carinho e vocês sabem dar-me isso. Sabem tão bem, vocês são o meu alento. A minha luz. A minha vida. A minha felicidade. A ti mãe, mano, amor, pai, avó, avô um grande Bem-Hajam.


Os verdadeiros amigos não são os que se intitulam, mas o que fazem para merecer isso.