terça-feira, 5 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
Pai: "Olha ouviste falar de uma pessoa que desapareceu em B., na terra da tua colega?"
Eu: huummmm não (ar pensativa or not.)
Pai: "Pensei que ela te tivesse falado... (silêncio enormee) ...Também já foi à muitos anos atrás"
Ok Pai! Obrigada pela dica! vou ver se me atualizo no ramo de desaparecimentos antigos.
Eu: huummmm não (ar pensativa or not.)
Pai: "Pensei que ela te tivesse falado... (silêncio enormee) ...Também já foi à muitos anos atrás"
Ok Pai! Obrigada pela dica! vou ver se me atualizo no ramo de desaparecimentos antigos.
sábado, 2 de março de 2013
A psicologia ajudou-me a entender o porquê da minha aversão ao esparguete. Em pequena os meus país obrigaram-me, várias vezes, a comer essa massa misturada com carne e molho. Não gostava nada do sabor! Começava a chorar por não gostar. O meu pai gritava e, numa dessas vezes, pôs-me de castigo no quarto e não me deixou ir ao café.
A partir destes episódios não como esparguete. Já voltei a tentar é certo, mas as memórias assolam a minha mente e simplesmente não consigo engolir, quanto mais gostar.
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