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segunda-feira, 4 de março de 2013

Pai: "Olha ouviste falar de uma pessoa que desapareceu em B., na terra da tua colega?"
Eu: huummmm não (ar pensativa or not.)
Pai: "Pensei que ela te tivesse falado... (silêncio enormee) ...Também já foi à muitos anos atrás"

Ok Pai! Obrigada pela dica! vou ver se me atualizo no ramo de desaparecimentos antigos.

sábado, 2 de março de 2013

A psicologia ajudou-me a entender o porquê da minha aversão ao esparguete. Em pequena os meus país obrigaram-me, várias vezes, a comer essa massa misturada com carne e molho. Não gostava nada do sabor! Começava a chorar por não gostar. O meu pai gritava e, numa dessas vezes, pôs-me de castigo no quarto e não me deixou ir ao café. 
A partir destes episódios não como esparguete. Já voltei a tentar é certo, mas as memórias assolam a minha mente e simplesmente não consigo engolir, quanto mais gostar.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Estava à pouco a almoçar e não é que está a dar o filme do Taxi? mesmo aquele que nunca vi. Oh Dios mio.
"Amanhã não vás a janela porque há manifestações e podem ver-te"

Não devo ter ouvido bem!
Pulmões de um não fumador e de um fumador.
Berska que peças de gym são estas? Assim até dá gosto ir mexer o corpinho.
Estou com um grande problema. A minha caneta com a qual escrevo, rabisco e volto a escrever ficou sem tinta. Morreu coitada. Fica aqui a saudade de outrora e dos momentos áureos que vivemos juntas. Estarás sempre no meu coração. Agora eis a questão, como substituir esta preciosidade? É difícil, dado que esta escrevia mesmo mesmo bem, a tinta tinha a tonalidade de cor certa, o bico nem era fino nem grosso e era agradável à vista. O único senão é que fazia publicidade a uns Viveiros, mas como era cor-de-rosa disfarçava. 
Agora a sério, vai ser difícil encontrar uma caneta que satisfaça as minhas exigências e que me seja fiel. Agora é caso para dizer: abriu a caça à caneta.