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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Hoje pensei que iria ter uma tarde meio que parada e assim do nada a coisa melhou significativamente. Senti-me útil, ocupada, feliz e bem-disposta. Gostei do trabalho que fiz, sendo que me deixou com aquele senso de competência que eu tanto aprecio sentir. Tenho a dizer que faz cocegas à minha auto-eficácia estes dias. Que venham mais assim.

ps- Cada vez mais considero que ajudar os outros me faz sentir bem.

Quase apanhada.

O meu pai quase me apanhou. O meu coração quase que paralisou. Ai pá. Credo se eu fosse apanhada estava condenada a ser deserdada na hora.
Agora, a equipa de investigação liderada por Wendy M. Troxel, professora de psiquiatria e psicologia da universidade norte-americana, revela que o sentimento de segurança que se tem ao dormir acompanhado pode conduzir à diminuição dos níveis de cortisol, uma hormona do stress.
Menos ansiedade e menos insónias
Partilhar a cama com o parceiro de uma relação estável contribui, igualmente, para a redução de citocinas, responsáveis por inflamações, e para o aumento da oxitocina, a conhecida hormona do amor. Esta última tende a acalmar a ansiedade e a regular o ciclo de sono, travando as indesejadas insónias e possibilitando uma noite menos agitada.
Segundo o estudo, as mulheres que tenham uma relação amorosa estável têm tendência a adormecer mais depressa do que as solteiras, desfrutando de um sono mais calmo.
Os investigadores salientam, ainda, que esta estabilidade na relação que possibilita noites tranquilas é, geralmente, alcançada após um período entre seis a oito anos.
Muitos casais decidem dormir em camas separadas ou, em casos extremos, em quartos separados, devido a problemas como o ressonar. No entanto, o recente estudo vem comprovar que os benefícios retirados das noites de sono em conjunto superam, em larga escala, estes pequenos problemas, contribuindo não só para o bem-estar individual, mas também da relação.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cada vez mais acho que muitos rapazes que andam em jejum ficam parvinhos de todo. A sério parece que pensam com a cabeça das baixezas. Eu explico: recentemente estava na pastelaria com o meu pai e apareceu um rapaz e (primo de uma prima e amigo do meu mano) que já não o via à alguns anos. Ele ficou um bocado boquiaberto, porque associou que eu era a irmã do L, sendo que até perguntou à mãe se eu era quem ele suspeitava. Ok tudo bem isto passou. Depois começou a falar comigo no facebook, perguntas do género "és prima de X??, irmã de Y??, já não te via à muito tempo, estás muito diferente?", entre outras. Conversámos, pergunta aqui e ali. Até que veio com a história se eu ia ou não ao S.João, sendo que eu lhe disse que em princípio não. Ele aproveitou a deixa e ofereceu-se para me levar. Eu ai comecei a ficar com a pulga atrás da orelha. Eu já a perceber tudo, mas quis ver se estava certa. E não é que estava? LOL. Quando começou com aquelas conversas típicas "estás muito gira... fiquei parvo quando te vi e blá blá blá". Eu ai pensei bem é melhor avisar o moço que há transito e tive de lhe dar a dica. E pronto há pessoas assim que lançam a escada a tudo o que mexe. Odeio pessoas assim que é só a embalagem e o resto é balelas. Apenas querem saltar em cima, independentemente do resto Aliviar a minhoca.Oh por favor.
Como é que me descuidei deste jeito? Agora tenho de arcar com as consequências. Espero que nada corra mal, além disso tenho de ter cuidados redobrados. Oh onde é que eu ando com a cabeça?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Friends will be Friends

Hoje tive uma tarde mais do que fantástica com uma grande amiga que já não via à muito muito tempo. Foi mais do maravilhoso. É tão bom sentir que apesar da distância e dos diferentes caminhos que tomámos, a nossa amizade resiste ao passar do tempo. Continuamos as mesmas, apesar de tudo, continuamos a rir às gargalhadas, literalmente. Adorei tudo, já algum tempo que não tinha uns momentos destes com uma amiga. Partilhámos muitas coisas, recordámos outras tantas. Eu estava receosa, tinha medo de não me sentir à vontade, todavia aquela cumplicidade de alguns anos manteve-se. Divertimo-nos tanto, tanto que só pensamos em repetir a brincadeira :)

terça-feira, 19 de junho de 2012

Tenho mais a certeza que sou uma daquelas moças que vive para o trabalho. Queixo-me da quantidade, mas depois não vivo sem ele. Às vezes nem eu me percebo. Sou complexa, sou mulher. Sou stressada everyday. Sou racional e por vezes até penso demais. Sou metódica e organizada. Não sou feita para estar quieta. Sou activa e por vezes inconstante. Sou eu, em todas as minhas facetas.