O meu dia começou cedo.
As inseguranças matam-me. Credo.
quinta-feira, 22 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Sou transparente, apesar de as vezes tentar esconder algumas coisas. Já escondi, omiti, admito, mas foi para proteger ou não preocupar terceiros. Digo o que penso, sou o que sou. Não sei ser dissimulada nem hipócrita, desculpem mas não consigo. Prefiro ser "bicho do mato" do que ser o centro das atenções para pessoas que nada me dizem. Não suporto pessoas mesquinhas à minha volta, por isso limito-me a afastá-las da minha vida. Não gosto de parasitas na minha vida. Pode parecer demasiado radical, mas eu sou assim. Primo pela verdade, consistência e sinceridade. Não consigo "fingir" gostar daquilo que desprezo. Sou assim "pão pão queijo queijo", "tudo preto no branco". Para quê ter pessoas insignificantes a florear a minha vida, se quando preciso não são elas que me auxiliam? Para quê ter pessoas na minha vida que não são humildes e sinceras e vivem numa vida de aparências onde pela frente é tudo muito lindo e depois é só intrigas? Isto só dá confusão, alimenta boatos e coisas menores. A sério não consigo viver destas mesquinhices. Abomino-as. Deixem-me viver a minha vida sossegada. Deixem-me em paz. Eu sou o que sou. Não sou melhor que ninguém, mas devemos saber respeitar as escolhas e maneiras de ser/estar de cada um.
segunda-feira, 19 de março de 2012

Esqueci-me de vos contar, no sábado vi que vai haver um concurso de Primavera, onde meninas e meninos se podem inscrever para desfilar na passerelle com roupas fresquinhas. Fiquei a pensar naquilo... Num outro mundo, numa outra vida era interessante participar. Pronto este foi o pensamento que tive quando vi. Que estúpidez, pensei eu logo a seguir. Tu a desfilar? Toma juízo.
Estes últimos dias não têm sido fáceis, dado que ando tudo uma mess.
São dores de barriga, são dores de cabeça, são as hormonas que não me largam. Cabras.
É o meu estado de humor, fraquinho, fraquinho.
É a falta de paciência para tudo e todos.
É o facto de não ser compreendida.
Não quero chatear ninguém com isto, mas não puxem para eu falar porque depois ouvem coisas que não querem. Estou naquela fase em que basta apenas uma faísca e eu faço fogo. Digo o que tenho aqui guardado e depois há chatices. Deixem-me estar no meu canto, que eu não incomodo ninguém. Deixem-me estar, por favor. Deixem-me em paz. Não me chateiem. Não me falem. Façam de conta que desapareci, boa? Obrigada.
São dores de barriga, são dores de cabeça, são as hormonas que não me largam. Cabras.
É o meu estado de humor, fraquinho, fraquinho.
É a falta de paciência para tudo e todos.
É o facto de não ser compreendida.
Não quero chatear ninguém com isto, mas não puxem para eu falar porque depois ouvem coisas que não querem. Estou naquela fase em que basta apenas uma faísca e eu faço fogo. Digo o que tenho aqui guardado e depois há chatices. Deixem-me estar no meu canto, que eu não incomodo ninguém. Deixem-me estar, por favor. Deixem-me em paz. Não me chateiem. Não me falem. Façam de conta que desapareci, boa? Obrigada.
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